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Depoimentos

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    Meu ano de intercâmbio foi maravilhoso.
    Minha família era muito amável e nossa casa tinha uma pequena floresta ao redor, o que compensou a cidade norte-americana de menos de 1500 habitantes (ou seja, nada pra fazer). Durante todo o processo tive apoio de alguém do YFU. Houveram momentos difíceis, fossem preocupações ou problemas na escola, mas sempre pude contar com alguém para me ajudar a achar soluções. Nunca estive realmente sozinha e isso me proporcionou muita segurança, especialmente morando em um lugar novo e distante.
    Imaginei os alunos que vão ainda mais longe. Aqueles que foram para o Alaska. E os que moraram na Finlândia?! Penso que esses intercambistas se sentiram mais seguros sabendo que alguém estava lá para ajudá-los no que precisassem, mesmo se o que precisassem fosse só conversar.
    Quando voltei senti quase um dever em retribuir minha ótima experiência. Também, eu AMO falar do meu intercâmbio! Não tem fim o número de histórias pra contar e ninguém mais ávido por ouví-las do que um aluno que está prestes a partir para, ou acabou de chegar no país de intercâmbio dele. As perguntas são hilárias e me fazem pensar muito sobre como eu aproveitei o meu tempo, o lugar onde eu estava, minha família de lá. Sem contar que me dá a oportunidade de alertar os alunos para evitar erros que eu cometi (como não ter jogado softball) e lembrá-los de criar oportunidades pra si mesmos (como ir pra Cedar Point com a banda da escola, mesmo não sendo da banda), explorando os limites de suas zonas de conforto e interagindo com as pessoas.
    Acredito que, hoje, enxergo através de novas perspectivas: só de conversar com pessoas de diversos países, já é enriquecedor, mas compartilhar essas memórias também me faz refletir sobre como tem sido minha vida aqui, a cidade em que moro, minha família brasileira e meus amigos.
    Não vejo meu apoio voluntário ao YFU como um trabalho. Para mim, é uma extensão do meu tempo de intercâmbio."
    Thaíssa Klotz, voluntária
    YFU-camp