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Depoimentos

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    Por onde eu começo? Em 2014 eu me candidatei para um intercâmbio no primeiro semestre de 2015 nos EUA. Eu escolhi a região norte como preferência para estadia, mas não tinha ideia de para onde isso iria me levar.
    Todas as minhas tias, minha mãe e dois irmãos meus tiveram a oportunidade de participar de um intercâmbio cultural nos Estados Unidos, então eu já tinha uma boa noção do que estava a minha frente. No entanto, eu queria algo diferente, queria uma experiência diferente, e foi exatamente isso que eu tive.
    Quando o e-mail chegou dizendo que uma família no Alasca havia me escolhido como exchange student foi um dos dias mais felizes para mim. Alasca, quem diria!?
    No total foram 5 aviões para sair da minha cidade natal , Manaus, até chegar a minha nova casa pelos próximos 6 meses: Soldotna.
    Eu não tinha ideia do que iria enfrentar em termos de clima e cultura. Todas as roupas que eu levei eram para um frio extremo. Eu imaginava que todos andavam assim lá, sempre cobertos. Porém quase ninguém se vestia muito para sair: eu era a mais coberta por lá. Mas é claro, uma jovem vinda diretamente da floresta amazônica para o Alasca obviamente sentiria muito mais frio. Eu tive sorte pois 2015 foi um dos anos mais quentes no estado. Enquanto Nova York e Boston sofreram com as nevascas de início de ano, a neve no Alasca não passou de 10 cm.
    No início tínhamos apenas 5h de sol, o que me causava muito sono. Eu não tinha vontade de fazer nada, ficava em casa com minha família assistindo séries, comendo pipoca e tomando sorvete. Sim, eu descobri ainda no meu primeiro dia lá que o Alasca é um dos estados que mais consome sorvete nos EUA e essa era uma das coisas de que eu mais gostava. Eu tive a oportunidade de andar em cima de um lago congelado e fazer coisas que eu nunca imaginava que faria. Participei de bon fires, comi muitos smore's, vi alces (o tempo todo) e conheci pessoas de todas as partes dos Estados Unidos e do mundo.
    Durante a primavera eu comecei a jogar futebol pela minha escola e fiz novas amizades. A escola era a minha parte favorita. Todo mundo era super simpático comigo , sempre tentando me ajudar. Conheci pessoas incríveis que jamais esquecerei. Os professores eram maravilhosos. De alguma forma sempre havia novas coisas para fazer e testar.
    Costumo dizer que o meu início de ano foi o meu "American experience", mas o meu verão foi meu "Alaska experience." Passei o verão todo saindo para acampar, cozinhando comida no fogo, nadando em águas derretidas de geleiras, caiacando, escalando montanhas e vivendo como uma verdadeira alasquiana. As pessoas no Alasca são bastante aventureiras. Sempre preparadas para um aventura ecológica.
    Eu cresci muito como pessoa nesses seis meses em que estive fora e se me perguntarem qual foi a maior lição que eu tirei de tudo isso com certeza será: seja você mesmo. Isso eu aprendi logo que cheguei e fui perguntar para minha host mom que roupa eu deveria vestir para ir para a escola. Então meu host brother respondeu : "ninguém liga para o que você veste aqui, pode usar o que você quiser". Eu claramente achei isso estranho mas logo aprendi que era uma verdade. Muitas pessoas iam para o colégio de pijama e ninguém nem notava ou demonstrava se importar com tal atitude. Por isso essa foi a lição mais importante para mim. Eu aprendi que eu posso ser quem e o que eu quiser sem me importar com o que os outros pensam, porque isso não é realmente do interesse de ninguém, apenas meu.
    Agradeço ao YFU pela maravilhosa experiência de morar no Alasca. Se você que está lendo isso pensa em fazer um intercâmbio, eu aconselho que faça um imediatamente. É a melhor coisa que pode acontecer na sua vida e você vai crescer muito como pessoa. "
    Mariah Andrade
    May-20_FB
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    Hoje já fazem 7 meses que eu estou no México. Estou indo muito bem. Minha família anfitriã é muito legal e eu também tive um avanço incrível no espanhol! Eu não falava espanhol quando embarquei, o único outro idioma que eu já havia estudado era o francês, e apenas na escola, mas me ajudou muito quando comecei a aprender o espanhol. Agora eu consigo entender quase tudo e me sinto bem mais confortável em falar com as pessoas. Recentemente outra intercambista chegou em Poza Rica, a cidade em que estou, e para mim foi incrível perceber que eu posso ajudá-la agora, enquanto há sete meses atrás eu estava na mesma situação que ela.

    O legal sobre Poza Rica, a cidade em que estou morando, é que ela é bem pequena. Todo mundo conhece todo mundo. Toda sexta nós saímos para dançar e encontramos várias pessoas conhecidas. Não é tão difícil de se misturar com o mexiacanos, eles são bem abertos, amigáveis e hospitaleiros. Eles sempre tentam ajudar.

    A comida é deliciosa e nós somos sempre bem-vindos para o jantar, eles sempre dizem “não tem problema, é só colocar um pouco mais de água no feijão". E, realmente, sempre tem feijão, normalmente acompanhado de arroz, tortilas (panqueca de milho) e chili. Eu nunca tinha gostado muito de chili, mas hoje em dia eu acho que como mais do que muitos mexicanos!

    Mexicanos sabem como celebrar e festejam com frequência. Eu já tive a oportunidade de participar de algumas festas de família e todo mundo, independente da idade, dança e dança muito! Dançar como eles é algo que eu só consigo sonhar.

    A escola é totalmente diferete da minha experiência na Holanda. Eu estou no último ano do ensino médio e preciso acordar bem cedo, vestir meu uniforme e ir pra aula. Na segunda de manhã nós sempre cantamos o hino nacional. As matérias não são tão difíceis, mas são todas em espanhol então se tornaram um grande desafio, especialmente no princípio.

    Depois da escola nós temos aulas sobre a cultura mexicana e aprendemos algumas danças típicas. Eu também tenho tido aulas de aeróbica e algumas lições extras de espanhol. Eu recomendo a todos os intercambistas que pratiquem pelo menos um esporte, porque aqui tudo é feito de carro, e eu confesso que sinto saudade da minha bicicleta.

    Meu intercâmbio não é sempre fácil, mas todo intercambista enfrenta alguns dias difíceis, e o que realmente importa é que eu nunca vou esquecer essa experiência. Meu intercâmbio já valeu a pena!"
    Femke, intercambista YFU no México
    Mexico_StudentTestimonial_Website
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    Você pode encontrar La Quiaca no extremo norte da Argentina. É um lugar encantador a 3.442m acima do nível do mar, com cerca de 15.000 habitantes, orgulhosos de sua cultura. A população é acolhedora e está sempre pronta a apresentar as maravilhas de La Quiaca!

    Minha família, colegas, professores e o resto da comunidade queriam que eu aprendesse espanhol o mais rápido possível, mas eles tiveram muita paciência comigo! Me impressionei ao ver tantas pessoas dispostas a me ajudar.

    É muito importante mostrar interesse no que fazem os locais! Logo após minha chegada, eu descobri que a melhor maneira de entrar na comunidade e começar a conhecer a cultura e as pessoas, é aproveitar de todas as oportunidades que lhes são apresentadas. Entrei no último ano de La Secundaria (ensino médio) por isso houveram muitos eventos para a minha turma: baile de formatura, graduação... nós desenhamos nossos próprios uniformes para a escola e decoramos o palco em algumas ocasiões especiais. Além disso, aprendi a dançar salsa, e participei de muitos churrascos ​(churrascos argentinos!) com o meu time de vôlei. Também participei do desfile de 25 de Maio (Dia Nacional da Argentina) e fiz muitas amizades.

    Depois de um ano de intercâmbio eu realmente me senti parte da minha família anfitriã e da comunidade de La Quiaca, apesar de ter chegado dez meses antes sem conhecer ninguém! ""
    Kristin, Intercambista YFU na Argentina
    Argentina_LaQuiaca_Facebook
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    Um amigo belga me disse que, se estivéssemos na lua e olhássemos para Terra, nós poderíamos identificar a Bélgica como um pequeno e único ponto luminoso. E é assim como eu, atualmente, a vejo... Pequena, porque está tão distante geograficamente de mim, além, é claro, da sua encantadora extensão territorial. E luminosa, porque a sua presença continua muito forte através das inesquecíveis recordações. É impossível pensar ou falar da Bélgica sem sentir um aperto no coração, uma saudade imensa."
    Aline Duarte, Intercambista YFU na Bélgica
    bélgica
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    ''Cresci e amadureci muito no meu intercâmbio. Aprender um novo idioma foi um grande desafio, a oportunidade de aprende-lo em seu país de origem foi uma grande oportunidade.
    Conhecer novas culturas, entender e respeitar os valores diferentes só me fez crescer como pessoa.
    Os alemães tem fama de fechados mas depois que você constrói laços, a amizade é pra vida toda . ''"
    Julia Soares de Azevedo, Intercambista YFU na Alemanha
    Júlia e sua família anfitriã